segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Fluminense pára Rio Branco


Rio Branco teve neste domingo (9/2) a realização de um evento oficial do Fluminense (RJ). Foi um encontro de torcedores tricolores que residem fora do Rio de Janeiro. A festa, promovida pela diretoria do clube e pela torcida FLUACRE, aconteceu no salão de festas da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB)..
A festa contou com a presença do craque e ídolo tricolor Romerito, herói do título brasileiro de 1984 e que veio ao Acre pela primeira vez.
O evento que teve cerca de 300 pessoas vindas de outros Municípios acreanos e até de outros estados, como Rondônia, também foi prestigiado por várias autoridades como o Senador Sergio Petecão , o renomado Psicólogo do Rio de Janeiro Dr. Francisco Bellieny, que atualmente está radicado na cidade, do vice-presidente de Relações Institucionais do Fluminense, Eduardo Mitke, dentre outros.
Foi um momento histórico para Rio Branco e  todo o estado do Acre. Uma grande confraternização. Inesquecível até para torcedores de outros clubes como é o caso desta blogueira que é Botafogo mas apaixonada pelo Acre.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

BOA VIAGEM! NO TREM DA VIDA.




Considerando que todos nós estamos em constante movimento, embarcados na bólide terrestre numa velocidade aproximada de 30 km por segundo, o que equivale a 108.000 km por hora, podemos afirmar cientificamente, que somos de fato, viajores do tempo. E ainda tem gente que não viaja de avião porque tem medo da velocidade de 900 km por hora!
Lembrei-me dessa mensagem e resolvi postar para ajudar na reflexão sobre tempo e espaço, enquanto estamos passageiros viajando no corpo físico.

*Por Francisco Bellieny

VOCÊ JÁ VIAJOU DE TREM ALGUMA VEZ?

Numa viagem de trem podemos notar uma grande diversidade de situações, ao longo do percurso.
E a nossa existência terrena, bem pode ser comparada a uma dessas viagens, mais ou menos longa.
Primeiro, porque é cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, surpresas agradáveis em alguns embarques e grandes tristezas em algumas partidas.
Quando nascemos, entramos no trem e nos deparamos com algumas pessoas que desejamos que estejam sempre conosco: são nossos pais.
Infelizmente, isso não é verdade; em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos de seu carinho, amizade e companhia insubstituíveis...
Mas isso não impede que durante a viagem outras pessoas especiais embarquem para seguir viagem conosco: são nossos irmãos, amigos, amores.
Algumas pessoas fazem dessa viagem um passeio. Outras encontrarão somente tristezas, e algumas circularão pelo trem, prontas a ajudar a quem precise.
Muitas descem e deixam saudades eternas... Outras passam de uma forma que, quando desocupam seu acento, ninguém percebe.
Curioso é constatar que alguns passageiros, que nos são caros, se acomodam em vagões distantes do nosso, o que não impede, é claro, que durante o percurso nos aproximemos deles e os abracemos, embora jamais possamos seguir juntos, porque haverá alguém ao seu lado ocupando aquele lugar.
Mas isso não importa, pois a viagem é cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas...
O importante, mesmo, é que façamos nossa viagem da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os demais passageiros, vendo em cada um deles o que têm de melhor.
Devemos lembrar sempre que, em algum momento do trajeto, eles poderão fraquejar e, provavelmente, precisemos entendê-los, porque nós também fraquejaremos muitas vezes e, certamente, haverá alguém que nos entenda e atenda.
A grande diferença, afinal, é que no trem da vida, jamais saberemos em qual parada teremos que descer, muito menos em que estação descerão nossos amores, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado.
É possível que quando tivermos que desembarcar, a saudade venha nos fazer companhia...
Porque não é fácil nos separar dos amigos, nem deixar que os filhos sigam viagem sozinhos. Com certeza será muito triste.
No entanto, em algum lugar há uma estação principal para onde todos seguimos... E quando chegar a hora do reencontro teremos grande emoção em poder abraçar nossos amores e matar a saudade que nos fez companhia por longo tempo...
Que a nossa breve viagem seja uma grande oportunidade de aprender e ensinar, entender e atender aqueles que viajam ao nosso lado, porque não foi o acaso que os colocou ali.
Que aprendamos a amar e a servir, compreender e perdoar, pois não sabemos quanto tempo ainda nos resta até à estação onde teremos que deixar o trem.
Pense nisso!
Se a sua viagem não está acontecendo exatamente como você esperava, dê a ela uma nova direção.
Se for verdade que você não pode mudar de vagão, é possível mudar a situação do seu vagão.
Observe a paisagem maravilhosa com que Deus enfeitou todo o trajeto...
Busque uma maneira de dar utilidade às horas. Preocupe-se com aqueles que seguem viajem ao seu lado...
Deixe de lado as queixas e faça algo para que a sua estrada fique marcada com rastros de luz...
Reflita sobre isso... E, boa viagem!



*Francisco Bellieny é Psicólogo e Terapeuta de Vida Passada, Membro fundador da SBTVP  e da AME – Rio. Expositor Internacional. Atualmente, Psicólogo no Tribunal de Justiça do Estado do Acre e na Diocese de Rio Branco/Acre, nesta, na condição de voluntário, atuando com atendimento  clínico com Psicoterapia de grupo e individual para adolescentes e adultos; Roda de conversas; Dinâmica de grupo objetivando a integração social e os relacionamentos interpessoais na área de Psicologia, nas dependências do Centro Comunitário São Marcos na Cidade do Povo.

Endereço Particular: atendendo também na Rua dos Engenheiros, 370, Rio Branco - Acre. Telefone: 68 999753162






sábado, 1 de fevereiro de 2020

Escolhas e Decisões

*Por Francisco Bellieny


Acontece com frequência em meu consultório, ouvir queixas e frustrações por escolhas ou decisões equivocadas  que tiveram consequências desastrosas.

A proposta dessa postagem, longe de ser um manual de técnicas infalíveis, é chamar a atenção para um tema, que acredito ser fundamental no entendimento dos mecanismos psicológicos, que quando observados, podem levar ajuda a quem estiver interessado.

Os desgastes provenientes das escolhas mal feitas, promovem desconforto e sentimento de culpa, desencadeando uma grande perda de energia que podemos combinar aqui denominá-la de “descompensação” que enquanto perdurar o sentimento de culpa, o estado físico estará sendo cada vez mais comprometido. O corpo físico começa apresentar sinais que podem variar desde simples resfriados ou coceiras, as mais severas e complexas patologias. A frustração experimentada no curso dos episódios, efetivamente, poderá causar um mal maior do que o fato em si.



Na práxis clínica, utilizando técnicas regressivas, tenho deparado com inúmeras histórias trazidas pelas pessoas em estados alterados de consciência, que indicam uma conduta de comportamento inadequado, quando comparados com a vida atual.


E notório uma forte tendência de repetir no presente desta vida, hábitos, costumes e valores, aprendidos e praticados nas suas histórias anteriores, como meio de solução para as situações do cotidiano. Devo considerar que assim se comportam por se sentirem seguras. Nada mais justo, considerando que ninguém procura, conscientemente, algo que poderá trazer desconforto ou perdas.


O que chama a atenção, e é isso que pretendo passar, é a similaridade dos sentimentos e emoções manifestados pelos queixantes.


Oculto nas frases recorrentes, (nada dá certo, não tenho sorte, os outros não me compreendem, parece que o mundo desabou na minha cabeça, tudo que faço dá errado, só acontece comigo, etc e tal), encontra-se um caráter com resistências rígidas, que não admite ser contrariado, levando ao extremo conceitos pré-concebidos, que se tornaram verdadeiros postulados de vida, que em estado de vigília não são notados pelo portador.

São resíduos de personagens que acreditaram ser esta a melhor maneira de agir e conduzir suas escolhas e decisões, porque foi assim que “deu certo”, segundo sua percepção.


Precisamos considerar que no momento de vida atual, não somos mais aqueles personagens, e precisamos nos adequar a situação problema que se nos apresenta aqui e agora.


Assim sendo, enquanto perdurar em nossa organização psíquica aqueles resíduos, tendemos a repetir as mesmas desditas.


Dentre inúmeras maneiras de promover o escoamento dessas energias potencializadas, quero destacar o “autoperdão” como agente libertador das culpas, e por conseguinte, da alma.


Os personagens por nós vivenciados, não devem ser condenados ao sofrimento eterno.


Após identificá-los, passamos a ter para com eles a responsabilidade de suas condutas diante de nós mesmos e para com os outros. Não temos mais o direito de usar os mecanismos de fuga, alegando desconhecermos as causas das nossas aflições.


Essa escolha, causaria novas culpas, e assim, estaríamos repetindo tudo de novo num movimento contínuo criando um ciclo vicioso.

Perdoar aos nossos personagens pelas suas escolhas e decisões equivocadas, é perdoar a nós mesmos. Assim estaremos aplicando o autoperdão, nos libertando da lei de causa e efeito ou lei do retorno, como queira chamar.


Comece mentalizando alguém ou algum fato que te causaram desconforto ou desequilíbrio emocional. Imagine-se perdoando ou pedindo perdão.


Mais cedo do que imagina, sentirá sua energia menos densa, e aos poucos, alcançará o equilíbrio desejado.

Ora! Se não formos capazes de nos perdoar, como poderemos pedir perdão a outrem quando cometermos nossos deslizes?




*Francisco Bellieny é Psicólogo e Terapeuta de Vida Passada, Membro fundador da SBTVP  e da AME – Rio. Expositor Internacional. Atualmente, Psicólogo no Tribunal de Justiça do Estado do Acre e na Diocese de Rio Branco/Acre, nesta, na condição de voluntário, atuando com atendimento  clínico com Psicoterapia de grupo e individual para adolescentes e adultos; Roda de conversas; Dinâmica de grupo objetivando a integração social e os relacionamentos interpessoais na área de Psicologia, nas dependências do Centro Comunitário São Marcos na Cidade do Povo.

PS: Agora atendendo também na Rua dos Engenheiros, 370, Rio Branco - Acre. Telefone: 68 999753162