quarta-feira, 30 de maio de 2012

Presidente Lula ministra palestra para ministros da América e África e ressalta experiência vitoriosa do Brasil no desenvolvimento social

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou a experiência brasileira de sucesso no combate à fome e no desenvolvimento econômico e social durante uma palestra que ministrou no 5º Fórum Ministerial de Desenvolvimento, na tarde desta quarta-feia (30), em Brasília. O Presidente Lula apresentou o modelo de desenvolvimento econômico combinado com distribuição de renda para uma plateia formada por ministros e representantes de governos de 30 nações da América e da África que estão em Brasília participando de conferências, palestras e oficinas para trocar experiências e debater os desafios sociais e econômicos deste início de século.




O Presidente Lula lembrou que, na época de sua posse, enquanto o mundo vivia o auge da globalização financeira, “o Estado mínimo era visto como o mais eficiente, mesmo quando ignorava as obrigações com o conjunto dos seus cidadãos”. A opção pelo desenvolvimento aliado à distribuição de renda, foi comemorada pelo ex-presidente. ..."Nos últimos anos, o meu país integrou a agenda social à agenda econômica, numa equação em que toda a sociedade ganha. Nos últimos anos, 28 milhões de brasileiros saíram da pobreza e quase 40 milhões entraram na classe média”... disse o Presidente.

Por fim, alertou aos gestores públicos da plateia que essa opção tem um custo político, mas é recompensadora, e envolve “muito mais do que dar comida a famintos”, em suas palavras. “O dinheiro na mão dos pobres transforma-se rapidamente em comida, roupa e material escolar, e dinamiza o conjunto da economia, num círculo virtuoso”.




 O Presidente Lula iniciou a palestra brincando e disse que discursaria em pé para que os que não gostam dele não falassem que ele está doente.


..." Quero dar as boas vindas às autoridades que vieram para o V Fórum dos Ministros do Desenvolvimento Social, organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e pelo Ministério do Desenvolvimento Social, para compartilhar as experiências de políticas sociais de seus países.

Quero agradecer à coordenadora mundial do PNUD, Helen Clark, por ter trazido esse importante evento para o Brasil. Considero este um gesto de reconhecimento aos esforços do governo brasileiro para colocar na agenda internacional o tema do combate à fome.

Cumprimento a ministra Tereza Campello, que desde o Programa Fome Zero participou da criação do Bolsa Família e hoje, no Ministério da presidenta Dilma Rousseff, comanda os Programas Brasil Sem Miséria e o Brasil Carinhoso, numa segunda e possivelmente definitiva etapa para erradicação da miséria e da fome no território brasileiro.

Eu quero também saudar a presidenta Dilma Rousseff que, como ministra de meu governo, coordenou o Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, e agora, como chefe de governo, assume a prioridade de conciliar desenvolvimento e políticas sociais.

Minhas senhoras e meus senhores,

Eu quero aproveitar essa oportunidade com vocês para expor o que foi a experiência brasileira de combate à fome e à miséria. O Brasil assumiu a decisão política de enfrentar a concentração de renda; de garantir a segurança alimentar de sua população e de aproveitar as oportunidades proporcionadas quando todos têm pleno acesso à cidadania.

No dia da minha posse, em primeiro de janeiro de 2003, eu firmei um compromisso com o Brasil. Eu prometi que, no final do meu governo, cada brasileiro teria conquistado o direito a pelo menos três refeições por dia.

O tempo mostrou que esse compromisso envolvia mais do que simplesmente dar comida a famintos. Era a opção por um modelo de desenvolvimento combinado com distribuição de renda.

Naquele tempo, o mundo vivia o auge da euforia com a globalização financeira. O país bom era o que se resumia a garantir a liberdade de ir e vir dos capitais. O Estado mínimo era visto como o mais eficiente, mesmo quando ignorava as obrigações com o conjunto dos seus cidadãos.

O Brasil seguia a mesma trilha. A falta de ousadia histórica do país para distribuir a riqueza, nos ciclos econômicos de grande abundância, foi traduzida em números assustadores.

Em 2002, 76 milhões de brasileiros viviam com menos de meio salário mínimo per capita; destes, 36,5 milhões com um quarto do salário mínimo. Isso era absolutamente insuficiente para alimentar uma família Os 10% mais ricos se apropriavam da metade do dinheiro do país, enquanto os 50% mais pobres tinham que viver com apenas 10%.

Em 2003 lançamos o Programa Fome Zero, com o objetivo de chegar aos que não tinham o que comer. Mas já tínhamos a perspectiva de que a guerra contra a fome não seria ganha se os mais pobres não fossem os protagonistas do processo de desenvolvimento.

O Fome Zero foi constituído por um conjunto de medidas para garantir o acesso da população mais vulnerável à alimentação e à renda.

Em outubro de 2003, foi criado o Programa Bolsa Família, que unificou e ampliou e deu outra dimensão aos programas de transferência de renda até então existentes.

O Cadastro Único para os Programas Sociais identificou as famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa e o acesso que tinham a políticas públicas, como saúde e educação. Um cartão magnético personalizado garantiu a regularidade e a impessoalidade da chegada do dinheiro aos beneficiários. Teve também o efeito de ser a porta de entrada dessa população ao sistema bancário.

A ideia de destinar o benefício à guarda da família concentrou nas mulheres as decisões sobre o dinheiro. Elas representam 94% do universo dos que recebem a complementação de renda.

Em janeiro de 2004 foi criado o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que se responsabilizou pelos programas de assistência social e de segurança alimentar e passou a gerir o Bolsa Família. A pasta tornou-se a responsável pela articulação de programas do governo que convergiam para o objetivo de combater a fome e garantir a cidadania. Os beneficiários têm o dever de manter os filhos nas escolas e vacinados.

A ação do governo tirou da situação de extrema pobreza 61% das famílias beneficiadas. A desnutrição aguda foi superada. A evasão escolar diminuiu.

O Estado, com essas políticas, não assume um papel protetor ou paternalista, mas de indutor do desenvolvimento.

O dinheiro na mão dos pobres transforma-se rapidamente em comida, roupa e material escolar, e dinamiza o conjunto da economia, num círculo virtuoso.

A entrada de recursos do Bolsa Família em regiões de grande pobreza foi reforçada por uma política de crédito às populações de baixa renda e também pelo aumento real de 66% do salário mínimo, ao longo dos últimos nove anos e meio.

Os críticos dos programas sociais não perceberam que o país inaugurava um outro modelo de desenvolvimento.

O Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar, o Pronaf, que contava no início do meu governo com recursos de 2,4 bilhões de reais, teve disponíveis 16 bilhões de reais na safra 2010/2011, com garantia de preços e seguro climático. A agricultura familiar cresceu com o Programa de Aquisição de Alimentos, que definiu a compra da produção da agricultura familiar para distribuição em áreas de carência alimentar. Um decreto presidencial também obrigou as escolas públicas a comprarem pelo menos 30% dos alimentos usados na merenda escolar de pequenos fornecedores locais.

Quando o mundo inteiro anunciava uma crise de preços dos alimentos, criamos um programa que incentivou a produtividade da agricultura familiar e se apoiou no financiamento da compra de tratores em longo prazo.

Muitas outras formas de crédito foram implantadas, especialmente aquelas que facilitaram o acesso de trabalhadores assalariados a taxas de juros menores e prazos maiores. Também um programa gigante de financiamento da aquisição de moradias facilitou o acesso de milhões de pessoas à casa própria.

O cuidado com os mais pobres impulsionou a economia de baixo para cima. O aumento do poder de consumo do pobre e a ascensão social de grandes parcelas dessa população movimentaram todos os setores da indústria: alimentos, geladeiras, carros e também a construção civil.

Aumentaram os investimentos e os empregos na indústria e no comércio. O Brasil conseguiu um crescimento sustentado pela ascensão de populações antes marginalizadas do mercado consumidor.

Minhas amigas e meus amigos.

O Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, foi fundamental nessa equação. O PAC é uma carteira de projetos de investimentos em infraestrutura fundamentais para eliminar os gargalos e aproveitar as oportunidades criadas pelo aumento do mercado interno. E eu fiquei muito feliz quando soube que a União Africana elaborou o Programa para Desenvolvimento da Infraestrutura na África, o PIDA. Um conjunto de iniciativas para aumentar a integração física, o acesso à energia e o comércio interno no continente africano, que vive um forte crescimento econômico, que eu espero, traga melhores condições de vida para os povos da África

Minhas senhoras e meus senhores,

Nos últimos anos, o meu país integrou a agenda social à agenda econômica, numa equação em que toda a sociedade ganha. Nos últimos anos, 28 milhões de brasileiros saíram da pobreza e quase 40 milhões entraram na classe média.

Vocês, que são gestores públicos, sabem o quanto custa essa opção política. Quando o orçamento chega ao governo para ser executado, já passou por um processo de discussão onde cada ministério e cada setor da sociedade civil exerceu o seu poder de pressão para garantir a sua parcela de recursos.

Os recursos são limitados e os setores mais pobres, os mais desorganizados, são os que acabam sem voz nessa divisão.

É preciso vontade política para enfrentar a pobreza e incluir os mais necessitados. É obrigação dos governantes assumirem essa responsabilidade.

A minha experiência em oito anos de governo é a de que não só é possível reduzir a fome e a miséria, como esse é um benefício que se estende para toda a sociedade.

Cuidar dos mais pobres é a política pública mais barata e de maior retorno para o desenvolvimento de um país. E a mais gratificante para os governantes, porque os mais pobres são os que mais reconhecem quando um governo investe neles.

A opção por uma política de crescimento com inclusão social mostrou-se acertada.

A crise financeira que paralisa o mundo desde 2008, tornou-se também uma crise de consumo. Os países mais desenvolvidos estão cobrando da sua população o preço pago pelos desastres promovidos pela especulação financeira.

O mesmo mundo que se uniu para vender a ideia de que a globalização dos mercados era o objetivo da civilização tem agora que se unir para enfrentar o desafio da fome.

Os países desenvolvidos precisam entender que o desenvolvimento das regiões mais pobres, com agricultura e indústrias, pode ser a solução para alimentar o planeta e movê-lo a energia limpa, no momento em que se prevê dificuldades futuras para alimentar todas as bocas do mundo.

Muito me honra falar para homens e mulheres públicos comprometidos com os seres humanos. Vamos, juntos, lutar por um mundo em que o futuro da humanidade esteja baseado na garantia dos direitos de cada um dos seres que habita o planeta Terra.

Muito obrigado"...

Luiz Inácio Lula da Silva


Fonte/discurso: Instituto Cidadania
Fotos: Maria Rachel Coelho

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Presidente Lula recebe títulos de Doutor Honoris Causa de todas as Universidades Públicas Fluminenses

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta sexta-feira, dia 4, 5 títulos de doutor honoris causa das cinco universidades públicas fluminenses, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Em seu discurso, ele agradeceu às universidades, destacou o valor pessoal que esse reconhecimento tem para ele e afirmou que este dia será inesquecível em sua vida







A cerimônia  aconteceu no Teatro João Caetano, no centro do Rio, e dentre outros políticos contou com a presença da Presidenta Dilma Rousseff.


Presidente Lula com Dilma e os cinco reitores das universidades públicas do Rio de Janeiro. Da esquerda para a direita: Roberto Salles (UFF), Luiz Pedro Sergio San Gil Jutuca (Unirio), Luís Inácio Lula da Silva, presidenta Dilma Rousseff, Ricardo Vieira Alves (UERJ), Ricardo Motta Miranda (UFRRJ) e Carlos Antônio Levi Conceição (UFRJ).


 A atriz Camila Pitanga foi  a mestra de cerimônias.


..."Sempre insisti que o dinheiro público aplicado na educação é um investimento e não um gasto, pois ajuda a construir um futuro mais digno para as pessoas e para o país. E, sem medo de errar, posso dizer que investimos muito"...

..."Eu, que antes do diploma de Presidente da República tinha somente o diploma de torneiro mecânico do SENAI, sei o quanto a educação é capaz de mudar a vida de uma pessoa, de uma família ou de uma nação.
Pois foi aquele diploma que me abriu a oportunidade de um emprego e de uma vida melhor.
Por isso, quero dedicar esses importantes diplomas de Doutor Honoris Causa a todos os que contribuem, com a sua inteligência e o seu esforço, para melhorar a qualidade da educação no Brasil, dando esperança a milhões de jovens, e construindo um país mais justo e solidário"...

Luiz Inácio Lula da Silva

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Professora Maria Rachel Coelho desfila em São Paulo em homenagem ao Presidente Lula

Gaviões da Fiel emociona o sambódromo e o Presidente Lula com enredo sobre sua vida!




A escola de samba Gaviões da Fiel, que desfilou nesta madrugada no sambódromo do Anhembi, emocionou os espectadores com seu enredo “Verás que um filho teu não foge à luta – Lula, o retrato de uma nação”.




O samba, que homenageou o Presidente Lula e contou a história de luta do povo brasileiro, começou falando do nordeste e das dificuldades enfrentadas por Lula nesta região do país.
O início da carreira como torneiro mecânico, a fundação do Partido dos Trabalhadores e a luta pela democracia também foram alguns dos momento da vida de Lula apresentados durante o desfile.


As bandeiras políticas defendidas por ele, como educação, emprego e moradia, foram lembradas, assim como seu slogan “A esperança contra o medo”, da campanha de 2002.


A Professora Maria Rachel Coelho desfilou entre os carros 4 e 5 (último) na Ala 21 - Chega Mais - que tem como diretor o amigo Carlão. A Fantasia representava o Diploma de Brasileiro. Maria Rachel Coelho saiu da Avenida chorando, emocionada.


O Presidente, que por recomendações médicas não pôde desfilar com a escola, assistiu tudo pela televisão e ficou muito emocionado. E agradeceu à Gaviões pela homenagem, que classificou com uma das mais importantes que já recebeu na vida


O último carro da Escola trouxe a ex-primeira dama, Dona Marisa Letícia, assim como, imagens do Presidente Lula em sua trajetória e um vídeo de agradecimento à Gaviões, gravado por ele.



Os senadores Eduardo Suplicy e Lindbergh Farias também desfilaram pela Gaviões da Fiel ! Assim como o Deputado Vicentinho que saiu na Ala dos Metalúrgicos!


Nossa Fantasia: Diploma de Brasileiro! O nome já diz tudo!






Maria Rachel Coelho com a bateria Nota 10 da Gaviões. Na primeira parte do desfile os ritmistas vieram de metalúrgicos e depois trocaram de roupa e vestiram-se de Presidente com faixa e tudo.




Ala das Operárias.


O ator Fábio Assunção veio guiando o Rolls Royce de Posse do Presidente. Duas crianças simbolizaram o casal.








Professora Maria Rachel Coelho na quadra da Gaviões da Fiel!






Meus queridos, nunca mais vocês sairão de meu coração! Desde agora, sou Gaviões desde que nasci!




Carlão com a Carla, concentrando com muito churrasco e cerveja gelada.


A Professora Maria Rachel Coelho com Simone, que a ensinou toda a coreografia para que a evolução da escola fosse nota 10! Como foi!





A Professora Maria Rachel Coelho com Carlão, Diretor da Ala Chega Mais, que veio com a fantasia: Diploma de Brasileiro.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Dilma Fala sobre Direitos Humanos em Cuba

Em entrevista coletiva em Havana, a Presidenta Dilma criticou a instrumentalização ideológica da bandeira dos direitos humanos e disse que o tema deve ser bandeira geral, de Cuba, do Brasil e dos Estados Unidos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

SAÚDE LULA! TEIMA FILHO, TEIMA !

No filme mais importante da minha vida " Lula,o filho do Brasil " aprendi uma das frases mais importantes de minha vida: D. Lindu sempre falava, teima filho,teima!
É isso: #TeimaLula E conte com o poder de oração do mundo inteiro que te ama!

Faço minhas as palavras da nossa Presidenta em seu discurso de posse:

“O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”

Nós estaremos o tempo todo com você!

Rachel

QUEM QUISER MANDAR MENSAGENS DE APOIO E CARINHO AO PRESIDENTE MANDE PARA O EMAIL saudelula@icidadania.org



E aquele lá de cima também estará o tempo todo com você!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Presidenta inaugura Ponte Rio Negro e assina proposta para prorrogar Zona Franca de Manaus no dia dos 342 anos da cidade!



A Presidenta Dilma Rousseff, ao lado do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, inauguraram hoje (24) a Ponte Rio Negro, que liga Manaus ao município de Iranduba (AM). Com 3,5 quilômetros de extensão, é a maior ponte estaiada do Brasil em águas fluviais, somando 400 metros os trechos suspensos por cabos. Uma multidão enfrentou o calor para participar da cerimônia de inauguração do empreendimento no dia em que a capital amazonense comemorou seus 342 anos.

“Essa ponte mostra que é possível fazer com que aqui se gere empregos e, ao mesmo tempo, se preserve o meio ambiente”, disse a presidenta Dilma sobre a obra que levou três anos e dez meses para ser concluída, e gerou 3,4 mil empregos diretos.

O empreendimento começou ainda no governo do ex-presidente Lula, que também participou da inauguração. “Hoje é dia de alegria. Valeu a pena”, afirmou ele.

Na cerimônia, a presidenta Dilma Rousseff também assinou Proposta de Emenda Constitucional e Projeto de Lei para prorrogar por 50 anos a Zona Franca de Manaus e ampliá-la à Região Metropolitana. Os textos serão enviados ao Congresso Nacional.

“É o reconhecimento da situação do povo do Amazonas e também do que representam a floresta e a biodiversidade, essa imensa riqueza”, ressaltou a presidenta.

Ponte Rio Negro – Após a cerimônia de inauguração, a presidenta Dilma atravessou, de carro, os 3,5 quilômetros da ponte sobre o Rio Negro. O empreendimento custou R$ 1,099 bilhão, o que inclui obras complementares, como a construção de 7,4 quilômetros de acessos viários do lado de Manaus e de Iranduba, e a implantação dos sistemas de proteção dos pilares contra choque de embarcações, de sinalização náutica e de iluminação da ponte e de seus acessos.

Do total de recursos aplicados, R$ 586 milhões foram financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e R$ 513 milhões do Governo do Amazonas.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Discurso Histórico da Presidenta Dilma Rousseff na Abertura da 66ª Assembleia-Geral da ONU




Fato inédito na história da comunidade internacional, a presidenta Dilma Rousseff foi a primeira mulher a abrir o Debate Geral da 66ª Assembleia-Geral da ONU, em Nova York.